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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

COROA DO ADVENTO

 
Temos o antigo costume de acender as quatro velas das chamadas "Coroas do Advento". As cores das velas não são definidas por regra litúrgica, podendo as mesmas serem usadas conforme a idéia de cada um. No caso da Coroa do Advento da nossa Igreja Matriz, explicarei a seguir o significado de cada um de seus itens:
A Coroa significa o mundo em que vivemos, a união dos povos, enfim, uma só nação. As folhas verdes significam a esperança, a fortaleza e a perseverança. As velas simbolizam a luz do Cristo ressuscitado, como vida nova e luz para o mundo. A vela vermelha simboliza o profeta Isaías, que profetiza um mundo novo, que surgirá quando soubermos acolher, viver e praticar a boa nova. A vela verde simboliza São João Batista, que convida todos a conversão, para permitir que o Messias se manifeste, e que o mundo novo possa surgir. A vela roxa simboliza Jesus Cristo, que diz: "É feliz aquele que escuta a voz de alguém como João Batista, que aponta para o caminho, a verdade e a vida." E a vela branca simboliza a Mãe de Deus, Santa Maria. Ela é a obra prima, pois tudo nela é obra do onipotente. É chamada cheia de graça, e é esta mesma graça que Deus quer dar em plenitude a todos nós.

domingo, 28 de outubro de 2012

Catequese na História

No novo testamento, o termo “catequese” significa dar uma instrução a respeito da fé. Em sua origem o termo se liga a um verbo que significa ”fazer ecoar” (Kat-ekhéo). A Catequese, de facto, tem por objectivo último fazer escutar e repercutir a palavra de Deus. 



A HISTÓRIA DA CATEQUESE

Catequese como iniciação à fé e vida na comunidade
 
Primeira fase: estende aproximadamente, do século I ao século V. No tempo dos Apóstolos, a vivência fraterna da comunidade, celebrada principalmente na Eucaristia maneira de representar e traduzir a mensagem do Cristo Ressuscitado (1Cor 11, 17-29). Havia uma admissão dos catecúmenos de três anos, que buscavam:
- Compreender melhor a fé
- Deixar de lado os costumes pagãos
- Realizar um tempo de conversão e santificação


Catequese como processo de imersão na cristandade
 
Segunda fase: Nesse período que vai mais ou menos do século V ao século XVI, a catequese já não consistia tanto numa iniciação à comunidade como se vê na primeira fase. A sociedade se considerava animada pela religião cristã, que estabeleceu uma aliança entre o poder civil e o poder eclesiástico, tal fato denominou-se de cristandade.

Catequese como instrução
Terceira fase: A partir do século XVI, a catequese passa a valorizar mais aprendizagem individual, na qual já não era tão marcante a ligação com a comunidade. Alguns factores contribuíram para essa instrução tais como:
- A descoberta da Impressão
- A difusão das escolas
- A preocupação com uma maior clareza das formulações cristã.

Catequese como educação permanente para a comunhão e a participação na comunidade de fé
 
Quarta fase: no século XX, a catequese faz redescobrir a importância fundamental da iniciação cristã e o lugar primordial que nela cabe a comunidade.

A HISTÓRIA DA CATEQUESE

catequese 2
Jesus como Catequista de Deus Pai, anunciava o Reino dos Céus, acolhia as pessoas, ensinava por meio de gestos, palavras e parábolas. Foi Ele quem pediu: “Ide por todo o mundo e fazei com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar tudo o que  ordenei a vocês”(Mt 28, 19-20).

Catequese como iniciação à fé e vida na comunidade. Primeira fase: Estende aproximadamente, do século I ao século V. No tempo dos Apóstolos, a vivência fraterna da comunidade ou seja, a participação na comunidade já era catequese. Havia uma admissão dos catecúmenos de três anos, que buscavam:
- Compreender melhor a fé
- Deixar de lado os costumes pagãos
- Realizar um tempo de conversão e santificação



Catequese como processo de imersão na cristandade.

Segunda fase: Nesse período que vai mais ou menos do século V ao século XVI, a catequese já não consistia tanto numa iniciação à comunidade, nem era necessária, pois todos já nasciam cristãos.       A sociedade se considerava animada pela religião cristã, que estabeleceu uma aliança entre o poder civil e o poder eclesiástico, tal fato denominou-se de cristandade.

Catequese como instrução.

Terceira fase: A partir do século XVI, a catequese passa a valorizar mais aprendizagem individual, na qual já não era tão marcante a ligação com a comunidade. Depois do Concílio de Trento, a Igreja começou  dar as crianças e adultos, aulas de catecismo. Apareceram os primeiros livros de catecismos de perguntas e respostas, para serem decoradas.

Catequese como educação permanente para a comunhão e a participação na comunidade de fé.
 
Quarta fase: Com o Concílio Vaticano II, a Igreja mais uma vez passa por um processo de amadurecimento. A Catequese se tornou mais evangelizadora, levando as pessoas a viverem em comunidades de fé, como os primeiros cristãos. Não adianta só decorar, mas é preciso viver o ensinamento de Jesus.

Pe. Toninho     Fonte: Catequese Renovada